Me dê um chêro…

chero

Hoje entrei no banheiro do CEFET. Estava eu prestes a fazer meu xixi das onze na paz do senhor e entrou uma mulher:

– Quem está aí? Quem está aí???- ela gritava.

Oras… que diabos era aquilo? O que eu ia responder? O que estava acontecendo?

– Eu.- falei meio assustada enquanto subia a calça sem nem ter começado os trabalhos.

– Seja lá quem for você, saiba que eu te segui pelo cheiro pelos corredores e vi que o cheiro entrou nesse banheiro. Nunca senti um cheiro tão bom na minha vida…

Abri a porta ainda com o zíper escancarado. Joguei o cabelo para um lado. Depois joguei o cabelo para o outro e falei:

– Nasci assim, flor. Esse é meu cheiro natural.

Rimos muito.

– Pode me dizer o nome do perfume que eu quero ter esse cheiro natural também. Divide a felicidade aê, japonesa linda.

A verdade é que uso o mesmo perfume há vinte anos assim como minha takimochila. O nome dela é Môcha e o dele é Meochêro… dei para a maluca uma amostra grátis e ganhei um abraço com as calças abertas.

Vou-me já agora, galera.

Beijo

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Arquivado em Crônicas

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