Arquivo do mês: janeiro 2011

Nara no Lápis Aquarelável

As cores…muito complicado lidar com elas, com o pincel… nem se fala!O desenho é grande e eu me atrapalhei. Não consegui corrigir meus erros porque isso não é grafite.  Nem de longe será o meu preferido. Não vai para o quadro porque não merece, mas resolvi mostrar já que sou uma exibida e desavergonhada.
Bem, essa é a Nara interpretando a fada “Semente de Mostarda” na peça Sonhos de uma Noite de Verão de Shakespeare. A momento foi ímpar e consegui eternizá-lo mum clique.
Agora, seguem os três que eu fiz. E ninguém pode dizer que ficou mal feito.
🙂

Inté a próxima!

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Hideo no grafite 6B

Esse desenho foi feito em Miguel Pereira com o apoio moral do Nelson e dos meus amigos. Não está do meu agrado. Errei um bocado e não consegui consertar mais. Marcas de dedos por todos os lados. Minha mãe gostou e Hideo me deu um beijo carinhoso. Então, valeu. 
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Por que não enfeita?

Vira e mexe eu solto essa pergunta por aí. Para entendê-la e usá-la como eu é preciso saber em que contexto ela foi espontaneamente mencionada pela primeira vez.
Eu devia ter uns doze anos, talvez treze, quem sabe mais?, quando fui visitar uns tios e primos  em Itajubá, terra natal de Dona Ruth, a senhora minha mãe. Vovô e vovó estavam lá firmes e fortes e raro era um final de semana em que não aparecíamos para vê-los. Só de filho parido vovó teve dezesseis sem contar os que foram se chegando trazidos pelos ventos e pelas mãos de um destino que teima em ser bondoso. Todos muito cristãos cresceram e se multiplicaram uns por sete, outros por quatro, nenhum por dois. Tenho mais primos do que sapatos! Essa história é sobre um deles: o Leonardo. Numa dessas viagens até Minas, lá pelos idos de 1980, ouvi minha tia Neusa nervosa de vergonha  contando essa história para mamãe que acabara de chegar.
Meu priminho de cinco anos (na época priminho… hoje: pai de família, dentista cheio de posses e morador  da Bahia) foi visitar uma amiga da minha tia Neusa. A visita foi rápida mas não o suficiente para livrar a tia de uma saia-justa. Leonardo ficou encafifado com três borboletas azuis de plástico  de tamanhos diferentes colocadas diagonalmente na parede ao lado da porta da sala sendo a menor borboleta a última  daquela fila e a maior, a primeira. As senhoras até acharam graça do menino olhando fixamente o adereço.

– Pra quê que serve isso?- perguntou o menino sem tirar os olhos do adorno.

– Para enfeitar, meu filho.- Respondeu minha tia pacientemente. As duas amigas riram da doce curiosidade  da criança.

– Então…por que não enfeita???

De repente, do riso fez-se o pranto, da calma fez-se o vento e do amigo próximo o distante. Minha tia disse que nunca mais teria cara para voltar lá na casa da amiga que sorriu só com a boca após a pergunta infeliz do mal-educado do Leonardo!
Bom, a história foi essa e até hoje quando vejo algo como as borboletas que não conseguem cumprir o seu destino refaço a pergunta desconcertante ou em voz alta ou em pensamento mesmo. Esse post será sempre atualizado a partir de hoje e gostaria de receber contribuições de quem quiser me ajudar nessa empreitada. Para compartilhar os meus momentos “Por que não enfeita?” andei tirando algumas fotos, salvando outras quando via por esse i-mundo e agora as coloco no blog.

Então…por que não enfeita???

Desfile de moda…nunca entendi isso…
Coisa mar linda esse jogo de copos!
POR QUE NÃO ENFEITA???
“Por que não enfeita?” não está ligado à uma classe social. Pessoas de posses são mestres nessa arte.
No mesmo condomínio três (TRÊS!!!) cristos!
Nem se estivesse com a camisa do Flamengo enfeitaria!
“Obra de Arte” na frente da UERJ (2011). Por que??? Por que é arte????
caneta

Flower-pen….que lindo…

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