Fugindo do Aconchego

tang-yau-hoong (2)

 

A minha maior riqueza
é minha inquietude.
Nesse ponto sou próspera.
Ideias que me aceitam
como sou
eu as desprezo.
Não sei ser apenas
alguém que entende
teorias, que se conforma
com os conceitos, que reza
a mesma Ave Maria.
Em qualquer ocasião
eu busco a transformação
na carne e no espírito
a renovação
Acalma-me fugir
do aconchego.

2 Comentários

Arquivado em Crônicas, poesia

2 Respostas para “Fugindo do Aconchego

  1. Tom

    É o primeiro poema que vejo aqui… Se é que é mesmo primeiro publicado (não tenho certeza), é tão bom que certamente não é o primeiro escrito pela autora. Claro que existe uma tática por trás desse aparecimento. Os poemas estão, é óbvio, escritos em profusão e guardados para serem postados. Há quanto tempo? Mas nenhuma pergunta interessa mais do que: quanto vai demorar para o próximo vir à tona?

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    • Pois muito bem, meu amigo. Antes de tudo, agradeço o comentário e o apoio moral nessa empreitada.

      Sabe Deus se vou conseguir fazer de novo. Aliás, sempre me apavora a ideia de nunca mais conseguir fazer algo digno de atenção. A pergunta me inquieta mais ainda, o que é muito bom para a minha essência, e me desafia.

      Vamos aguardar e ver se sai algo mais. Sentados, sim?

      Beijo

      LK

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